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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Leitura altamente recomendável II

Semana passada meu maninho Tom ganhou de aniversário da Adriana Lins, sobrinha do Ziraldo, duas grandes obras:




O livro Irmão, do Guto Lins, seu marido, da coleção Família, Editora Globo.
Nós já tínhamos o livro Filho da mesma Coleção Família, composta pelos livros Pai, Mãe, Primo, Avó, Avô, Sogra e Irmã.
A história conta tudo que um irmão pode ser. Se for mais velho, pode ser protetor, companheiro, brigão ou ciumento, da mesma forma que irmão mais novo pode ser tudo isso e ainda ser o xodó da família.
Assim ele conta que existe irmão para todos os gostos: brincalhão, tímido, viajado, emburrado, gêmeo, amigo... Mas, seja como for, irmão é irmão, brother.




O outro livro é a mais nova obra do Ziraldo, O mais querido do Brasil em quadrinhos, que conta a história da grande paixão dele: o Flamengo.
Apesar de ser são-paulina, achei o livro muito bacana, pois de forma divertida e harmoniosa, com os de sempre belos traços de Ziraldo, o livro conta a história desse grande clube, que começou como um Clube de Regatas (de remo), na época (fim do século XIX) um esporte bem maior do que o próprio futebol. Além de ter hino do clube, a sala de troféus (com os troféus que o Flamengo já ganhou) e da lista dos maiores títulos de futebol do clube.

Um livro para flamenguistas e não flamenguistas: para o torcedor brasileiro.

Boa leitura para vocês!


sábado, 8 de agosto de 2009

Ainda na propaganda - Tirinha do MZK

E já que na matéria anterior o assunto era sobre as influência que as propagandas fazem no nosso cérebro, vai uma tirinha do MZK que saiu hoje na Folhinha Online (do jornal Folha de São Paulo) sobre anúncios:

quarta-feira, 4 de março de 2009

sábado, 31 de janeiro de 2009

30/01 - Dia Nacional dos Quadrinhos


Ontem, no dia nacional dos quadrinhos, as empresas comemoraram a sobrevivência de um filão que tenta resgatar seus momentos de glória e atrair novos leitores.

Quando a Marvel Comics decretou falência, em 1996, parecia que todos super-heróis teriam que pendurar suas capas. Em comparação com o ramo automobilístico, seria o mesmo que a GM ou Ford fechasse as portas.

A gigante das HQs recobrou-se, mas apenas graças aos sucesso dos filmes do Homem-Aranha e X-Men, não dos gibis. Hoje, no Dia Nacional dos Quadrinhos, é comemorada a sobrevivência de um filão que tenta resgatar seus dias de glória e que é sustentado há décadas basicamente pelos mesmos personagens.

Desde os anos 1970, o mercado nacional de quadrinhos é dominado por um triunvirato: heróis Marvel, heróis DC e Turma da Mônica. Todos esses títulos são publicado atualmente pela Panini. Marcelo Adriano da Silva, coordenador de marketing da editora, informa que os leitores continuam ávidos por super-heróis e os gibis de Maurício de Souza.

– Entre os grandes heróis do selo Marvel, os preferidos são Homem-Aranha, X-Men, Wolverine e Hulk. Do selo DC, sem dúvida, Batman e Superman. E a Turminha do Limoeiro, Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento também são campeões de venda – diz.

Turma da Mônica, sucesso até hoje.

Personagens da DC Comics, que ainda fazem certo sucesso.

Os personagens já são populares há muito tempo, mas Leandro garante que os leitores estão se renovando.

– Os jovens são nossos maiores leitores, porém a turma de quarentões que cresceu lendo quadrinhos também encontra as histórias de seus heróis preferidos reunidos nos encadernados de luxo, que a Panini tem lançado periodicamente.

Leandro Luigi Del Manto, editor da Devir, tem uma visão diferente. Veterano no mercado dos gibis – comandava as revistas da Marvel e DC quando eram publicadas na Abril e na Globo – ele aponta que é o público mais velho que ainda dá emprego para os super-heróis.

– A molecada que comprava quadrinhos nos anos 1980 é quem sustenta o mercado. Há leitores jovens, mas o público adolescente migrou para os mangás – opina.

Turma da Mônica, agora com também formato jovem mangá, quer atrair novos admiradores.

A gigante dos mangás no Brasil, a Conrad, teve um boom de vendas no começo da década, mas está reduzindo seus títulos.

– Acho difícil termos outra ‘febre’ como Dragon Ball e Os Cavaleiros do Zodíaco, com tiragens – e vendas – tão grandes – assinala Rogério de Campos, editor da Conrad.

Os quadrinhos não alcançam mais o volume de vendas dos anos 1980 e 1990, quando títulos como X-Men e Spiderman chegavam a comercializar mais de um milhão de exemplares, nos Estados Unidos. Os heróis podem não vender mais tantas revistas, mas conseguem vender milhões de ingressos de cinema. Batman – O Cavaleiro das Trevas foi a maior bilheteria de 2008 e Homem de Ferro a terceira.

Para Leandro Luigi Del Manto, a febre dos heróis no cinema não está trazendo novos leitores para as HQs.

– Quem assiste um filme dos X-Men e depois vai ler o gibi não entenderá nada. A cronologia é muito complexa – explica.

Bem diferente foi o caso de Sin City, publicado pela Devir. Depois que a obra de Frank Miller foi para os cinemas, os quadrinhos se tornaram um sucesso de vendas.

– Nesse caso, o filme é uma transposição perfeita das HQs. A pessoa pode ler qualquer história, mesmo fora de ordem, que vai entender.

Fonte & Fotos: Diário Catarinense 30/01/09 - Caderno Variedades.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Mais um álbum de Calvin e Haroldo é reeditado no Brasil

Álbum, o quinto publicado pela Conrad, traz o mesmo conteúdo da versão anterior, lançada no início da década de 1990 pela editora Cedibra

O nome do álbum sugere ficção científica: "Criaturas Bizarras de Outro Planeta". Mas, na verdade, há poucos seres interplanetários nessa coletânea de tiras de Calvin e Haroldo, que ganha nova edição no Brasil (Conrad, 128 págs., R$ 33,90).

As poucas criaturas diferentes que aparecem na obra são todas vivenciadas na mente do garotinho sapeca que dá título à série. Há de dinossauros a formigas gigantes.

O fruto mais conhecido da imaginação dele, no entanto, continua sendo Haroldo, seu tigre de pelúcia, que só ganha vida quando não há adulto por perto.

Esses dados, necessários para contextualizar a série, não são exatamente uma novidade, especialmente para quem acompanha as tiras há anos.

As informações também não resumem à altura o conteúdo das tiras criadas pelo norte-americano Bill Watterson em 1985.

Cada uma traz um situação comicamente inusitada, outra das marcas da série.

Situações que têm sido sistematicamente relançadas no Brasil e em outros países desde que Watterson decidiu parar a produção das tiras, no fim de 1995.

O que se lê de Calvin e Haroldo hoje nos jornais brasileiros são republicações.

"Criaturas Bizarras de Outro Planeta" também já tinha chegado às mãos dos brasileiros. Foi lançado pela editora Cedibra, no início da década passada. Hoje, a obra está esgotada.

O conteúdo das duas edições é exatamente o mesmo. O formato, a capa e o número de páginas padronizados são exigências do autor.

O que difere é o tratamento editorial -as páginas são um pouco mais grossas- e a tradução, refeita. O título do álbum, por exemplo, mudou. Na versão da Cedibra, eram "Estranhos Seres de Outro Planeta!".

A Conrad adquiriu os direitos de publicação das coletâneas em 2006.

O primeiro álbum, "O Mundo É Mágico", foi lançado em 2007. Era o único ainda inédito.

Desde então, a editora paulista voltou a publicar as coletâneas do início. Já relançou os quatro primeiros, contando com este novo álbum.

A Conrad tem publicado dois livros por ano. O último, "Yukon, Ho!", foi lançado em julho.

Fonte & Fotos: Blog dos Quadrinhos - UOL Blog.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Turma da Mônica cresce e fica jovem nos quadrinhos com traços mangás

Da esquerda para a direita: Mônica, Cascão, Magali ao fundo e Cebolinha.

Depois de tantos anos de histórias em quadrinhos, desenhos animados, parque de diversões e brinquedos, não é de se estranhar que a Turma da Mônica tenha crescido, literalmente. A nova revistinha "Turma da Mônica Jovem", que foi lançada na 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, traz os famosos personagens já na adolescência, lidando com as mudanças da juventude e enfrentando novas situações.

Em entrevista à Folha, o criador da Mônica, Mauricio de Souza, disse que a idéia "era uma velha curiosidade minha e dos leitores", e que se questionava "como seriam os personagens depois que crescessem? O que se modificaria? O que se firmaria na personalidade de cada um?"


Com as transformações da adolescência, os hábitos de cada personagem também mudaram: Mônica continua dentuçinha (ver foto acima), mas sabe controlar melhor seu nervosismo e não é mais baixinha e gorducha; Cebolinha não troca mais as letras e adota o apelido de Cebola; Magali não exagera mais na alimentação e Cascão incrivelmente toma banho "de vez em quando", além de curtir esportes radicais (ver primeira foto).

"Na adolescência as preocupações vão além de suas próprias características. Está havendo uma curiosidade pelos personagens crescidos justamente por essa possibilidade de novos temas", afirma Maurício.

A edição de lançamento foi especial para os colecionadores, e vem junto de brinde com alguns gibis da turma ainda criança

E as mudanças não se resumem aos personagens. A nova revistinha traz um estilo inspirado nos mangás, os quadrinhos japoneses, com páginas preto e branco e desenhos cheios de ação. "Na verdade, emprestamos do estilo manga a expressividade dos olhos, algumas cenas mais ágeis e uma mescla de meu estilo com o mangá, e não apenas mangá", explica o quadrinista. "Não perdemos as características básicas, mas adotamos uma tendência que está aí na preferência desse público"

Fonte: UOL Crianças.
Fotos: Divulgação de pesquisa Google.

Álbum de HQ!

Aqui vai uma seleção de personagens de histórias em quadrinhos que fazem muito sucesso por aí, e provavelmente, com você também!


O beagle branco, amigo de Charlie Brown, é personagem de quadrinhos criado por Charles Schulz e surgiu na década de 1950

''Denis, o Pimentinha'' virou desenho animado e filme, inspirados nas tiras de Hank Ketcham


''Luluzinha'' e Bolinha chegaram no Brasil em tirinhas na década de 1950; eles foram criados por Marjorie Henderson Buell



''Pato Donald'', namorado da Margarida, ganhou revistinha nos anos 1950; mais persagens da Disney ganharam gibis



O marinheiro Popeye, comedor de espinafre, surgiu nos quadrinhos em 1929 pelas mãos de Elzie Segar e virou desenho animado



Criado por Mauricio de Sousa, ''Chico Bento'' tem sua própria turma em quadrinhos, apesar de interagir com a Turma da Mônica



A ''Turma da Mônica'', de Mauricio de Sousa, começou a ficar famosa a partir da década de 1960; o cãozinho Bidú foi o pioneiro



As tiras do viking e guerreiro ''Hagar, o Horrível'', amigo de um magricela, foram criadas por Dik Browne em 1973



''O Menino Maluquinho'', do Ziraldo, surgiu de um livro de 1980, e ganhou quadrinhos com seus amigos Carol, Bocão entre outros



Direto da Mata do Fundão: a ''Turma do Pererê'' também foi criado por Ziraldo na década de 1950 e ganhou quadrinhos



O cachorro Simão e o carrapato Bartolomeu, criados por Cesar Cavelagna, têm suas aventuras em quadrinhos criados recentemente



''Gaturro'', famoso na Argentina, tem suas tiras lançadas em livro no Brasil neste ano; gatinho esperto foi criado por Nik



Inspirado no piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna, ''Senninha'' voltou aos quadrinhos no relançamento em 2008



Emília e os outros personagens do ''Sítio do Picapau Amarelo'', de Monteiro Lobato, ganharam gibi em 2006



Mônica, Cebolinha e seus amigos ganharam versão adolescente neste ano, lançada pelo ''pai'' Mauricio de Sousa


Fonte (Legendas & Fotos): UOL Crianças.

Mauricio de Sousa planeja a volta de Pelezinho



Mauricio de Sousa tem planos para seu personagem Pelezinho, inspirado no rei do futebol Pelé

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o criador da Turma da Mônica planeja lançar a candidatura de Pelezinho como mascote do Brasil na Copa do Mundo de 2014. O jogador e o desenhista irão elaborar uma proposta que será levada aos organizadores do evento.

O cartunista revelou que tem planos para uma revista Pelé Jovem, em estilo mangá, nos mesmos moldes da Turma da Mônica Jovem. As histórias vão mostrar a trajetória do jogador, como o começo de sua carreira, no Santos FC, e sua chegada à seleção brasileira.

Pelé também autorizou que Mauricio reedite o gibi do Pelezinho, com histórias criadas nas décadas de 70 e 80.

Pelezinho foi criado por Mauricio de Sousa em 1976. Suas tiras, publicadas nos jornais, retratavam a infância do astro de futebol Pelé. Em 1977, ganhou a revista de mesmo nome, cujas edições foram publicadas pela Editora Abril. A revista circulou até 1982.

Fonte (Texto & Foto): Site HQ MANIACS.